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SDSCJ participa de debate sobre microcefalia, saúde e a educação

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A Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), sob a gestão do secretário Isaltino Nascimento, através da Secretaria Executiva de Assistência Social (SEAS), participou da mesa redonda com a temática: “Microcefalia em Debate: na escola, na saúde, na família e na sociedade”, realizada na manhã da última quinta-feira (25), na sede da Secretaria de Educação (SEE). Mesa redonda integrou o evento da SEE que teve como tema “Direitos Humanos e Desenvolvimento Inclusivo: a microcefalia em debate na escola”
Participaram da discussão a médica infectologista do Hospital Osvaldo Cruz, Ângela Maria Rocha, a técnica pedagógica da GEIDH, Suzana Brainer, a gestora da GEIDH, Vera Braga, o gerente do Sistema Único de Assistência Social, Joelson Rodrigues, e o promotor do MPPE, Marcos Aurélio.
Com o tema “Direitos Humanos e Desenvolvimento Inclusivo: a microcefalia em debate na escola”, o evento da SEE abordou a temática de microcefalia e o debate na escola por uma perspectiva intersetorial na qual a assistência social e a saúde funcionam como ações indissociadas, no papel da política de educação a essas crianças e suas famílias.
Palestras – O Gerente do Sistema Único de Assistência Social (SEAS), Joelson Rodrigues destacou em sua palestra o papel integrado da política de Assistência Social, uma vez que os dados sociais dessas famílias mostram que são mulheres, jovens, com renda baixa. Algumas estão identificadas no CADúnico e de alguma forma já são beneficiárias de benéficos sociais.
Joelson também destacou algumas iniciativas da SDSCJ, como quatro encontros regionais sobre microcefalia e Assistência Social, reuniões com a união de Mães dos Anjos e um Protocolo de atendimentos a famílias com filhos com microcefalia. Este último encontra-se em construção, mas vai possibilitar monitorar o acompanhamento dessas famílias por parte da política de assistência social.
A palestra sobre a saúde foi ministrada pela médica Ângela Maria, na qual chamou a atenção para o contexto da síndrome congênita da zika, que vai além do debate da microcefalia. Ela também sinalizou para a necessidade da vigilância das crianças dessa geração e, nesta perspectiva, a escola desenvolve um papel importante neste contexto.
O promotor Marco Aurélio, também coordenador do Centro de Apoio e Cidadania/MPPE fez referência ao conceito de dignidade humana e que a diferença é um valor e não um problema.
Por fim, Susana Braine, técnica da GEIDH, destacou que o direito à diferença vai além de abrir portas da escola e também atender as especificidades de cada uma das crianças e suas diversidades.


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